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O Instituto Caldeira e o Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) assinaram um convênio que deverá beneficiar todo o ecossistema de Inovação do Rio Grande do Sul, principalmente a cidade de Porto Alegre. A iniciativa prevê o compartilhamento de recursos e laboratórios entre o Caldeira e o Tecnopuc, gerando um ambiente de ampla colaboração entre as duas iniciativas.

Para o diretor do Instituto Caldeira, Pedro Valério, essa conexão materializa o propósito do Pacto Alegre de unir esforços, trazendo mais eficiência na realização de projetos transformadores para a cidade. “Estamos felizes e convictos que este primeiro convênio com o Tecnopuc é um passo importante para uma Porto Alegre ainda mais competitiva e atraente sob a ótica empreendedora”, diz.

O superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS, Jorge Audy, afirma esta primeira parceria formal com o Instituto Caldeira ampliará o leque de possibilidades das startups dos hubs e coworkings do Tecnopuc Startups, conectando a demanda dos laboratórios de inovação de grandes empresas que fazem parte do Caldeira com os empreendimentos de estudantes e pesquisadores da PUCRS. “Da mesma forma, permitirá que as empresas do Caldeira possam acessar a infraestrutura oferecida pelo ecossistema do Tecnopuc”, relata.

Para Audy, é possível vislumbrar um futuro em que as startups cuja atuação está amadurecendo nos ambientes das universidades possam sair dali e ingressar, já mais robustas, no Caldeira.

Ele relembra que o movimento que gerou o Instituto Caldeira é fruto direto do Pacto Alegre, uma ação de articulação envolvendo os principais empresários da cidade e do Estado. A ação foi liderada em sua origem pelo presidente do Agibank e presidente do conselho administrativo do Instituto Caldeira, Marciano Testa, e pelo empresário Aod Cunha.

O coordenador do Pacto Alegre, Luiz Carlos Pinto da Silva Filho, diz estar orgulhoso da parceria, que é resultado direto das agendas previstas pelo Pacto Alegre. “O convênio Tecnopuc e Instituto Caldeira é uma iniciativa muito relevante que mostra como estamos conseguindo trabalhar dentro da lógica da generosidade, da lógica colaborativa”, relata.

De acordo com ele, a identificação de uma possibilidade de complementaridade da atuação dos atores do ecossistema é fundamental para que se gere mais impacto, contribuindo de uma forma mais harmônica para a criação de processos avançados, melhores, utilizando as características e habilidades de todos os atores. “Unir todo o potencial acadêmico e o referencial de inovação que o Tecnopuc representa com o Instituto Caldeira, que vem aí para ser uma interface entre a inovação de base e das grandes empresas, é fundamental”, complementa.

Estiveram presentes ainda na assinatura o fundador da AnLab, Frederico Mentz, a gestora de Operações e Empreendedorismo do Tecnopuc, Flavia Fiorin e o gestor de Negócios e Relacionamento do Tecnopuc, Rafael Prikladnicki. Durante a visita e reuniões na sequência do ato de assinatura do convênio, estavam presentes também os gestores do Transforma RS, Ronald Krummenauer, Daniel Randon e Jose Renato Hopf.