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Focado em potencializar a inovação de todos os seus negócios, o Grupo ASchneider chega ao Instituto Caldeira ansioso por vivenciar o ambiente colaborativo do espaço e criar interações que possam fomentar a geração de novas ideias para as suas três frentes de negócios: setor automobilístico, agronegócio e soluções em software para concessionárias.

A ideia é desenhar uma agenda para levar os profissionais de todas as áreas das empresas do grupo, como marketing, recursos humanos, administração, financeiro e TI para dentro do espaço que ocupará no Caldeira.

“Queremos inovar nas nossas operações atuais, mas nada impede que a partir da vivência nesse ambiente colaborativo surjam outras oportunidades, como um quarto negócio para explorarmos”, projeta o CEO do Grupo ASchneider, Felipe Schneider.

Ele acredita que a inserção do Grupo no Instituto Caldeira será mais um passo importante para dar continuidade ao que os fundadores idealizaram e praticaram desde o início da companhia. Além, claro, de uma oportunidade para inspirar os líderes e suas equipes na aquisição de conhecimento e criação de processos mais inovadores. “O espírito colaborativo é o grande diferencial hoje em dia. Precisamos estar juntos para crescer”, destaca o empresário.

Felipe é a terceira geração de empreendedores da família. O Grupo ASchneider foi, por 52 anos, sócio da Schneider Logemann S.A., hoje conhecida como SLC. “Sempre tivemos o mindset da inovação, mesmo depois que decidimos seguir nossa história sozinhos”, destaca.

Atualmente, um dos principais negócios da operação é no setor automotivo, justamente, um dos mercados que mais está se transformando a partir de inovações como veículos elétricos e autônomos e também por meio das mudanças de comportamento do consumidor, como no uso compartilhado de carros.

Assim, neste mercado, a meta é perseguir o rastro das novas tendências para os próximos anos e expandir a presença on-line e aprimorar a qualidade da experiência do cliente na Kaizen RS e Zensul, concessionárias de automóveis da Honda. O foco, neste caso, é buscar novos caminhos para crescer em serviços no ambiente digital, injetando mais inovação e tecnologia no atendimento ao público.

Hoje em dia, os produtos estão cada vez mais similares, então, o que diferencia é a experiência do cliente. Pensar nisso e na conveniência que o mundo digital pode trazer para o nosso cliente é um rumo claro que queremos ter nesse nosso negócio”, relata.

O mesmo upgrade o grupo vai buscar com a Blue Macaw, solução de softwares e treinamento específicos para comércio de veículos. A oferta dá mais segurança, transparência e permite a rastreabilidade de todo o processo de venda de veículos, e conta com clientes em todo Brasil.

Já a operação da Agroluz, focada na produção de grãos e com sede no Mato Grosso, uma das metas é pensar em soluções criativas para o planejamento de alternativas para o controle de pragas e doenças nas lavouras e a otimização do uso de máquinas.

“Vamos pensar em novas tecnologias específicas para facilitar o acompanhamento do trabalho com rastreabilidade de praticamente tudo que acontece no campo”, conta Schneider.

Buscando inspiração em ambientes de inovação que visitou, como o Vale do Silício (EUA), o empresário compara o nível de colaboração encontrado internacionalmente com o potencial do Instituto Caldeira. “As empresas que estão no Caldeira são de alta performance e muito bem-sucedidas no mercado. Poder interagir com esse universo, tanto de potenciais parceiros como de concorrentes, será muito importante”, projeta.